SustentaMar

seabag

Solução para os petrechos que causam poluição marinha

em comunidades tradicionais de pesca artesanal

Contextualização

De acordo com dados do extinto Ministério da Pesca e Aquicultura, em 2015 houve uma produção anual de 1,4 milhões de toneladas de pescado no Brasil. Apesar de termos cerca de 1 milhão de pescadores e pescadores artesanais no nosso país, gerando cerca de 3,5 milhões de empregos diretos e indiretos, desde 2009 não enviamos dados de estatística pesqueira para a FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura).

 

A pesca no Brasil cumpre importante papel cultural e social, em milhares de comunidades tradicionais que dependem dessa atividade para sua subsistência, geração de renda, segurança alimentar e preservação da cultura caiçara como modo de vida.

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Nossas águas abrigam imensa biodiversidade, nutrida por nossas bacias hidrográficas, principalmente a bacia Amazônica, fazendo com que o país esteja em 13º lugar como produtor mundial de pesca continental porém, não aparece na lista dos 25 países maiores produtores de pesca marinha, segundo dados da FAO.

 

A partir desse contexto, o país carece de políticas públicas que atendam demandas e a complexidade do setor e que garantam a proteção das comunidades. A falta de dados e de transparência na dificultam a obtenção de avanços na direção de uma atividade mais moderna, inclusiva, justa e sustentável. Caracteriza quase 50% da produção nacional de pescado mas no entanto, o setor responde por apenas 1% do PIB do nosso país.

Problematica

petrechos de pesca

Pesca fantasma é o termo associado à captura de animais por petrechos que foram extraviados por perda ou abandono, podendo gerar captura cumulativa de peixes e invertebrados, cada exemplar vindo a servir de isca para o seguinte. Também aves, tartarugas e mamíferos são vitimados por essas armadilhas bem como também, pelos isopores citados anteriormente.

 

Segundo relatório da World Animal Protection, no Brasil por dia:

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Acreditamos que é preciso trabalhar na base, para que as redes não cheguem no oceano. Mitigar o descarte incorreto tem grande potencial de reduzir significativamente a pesca fantasma e os riscos relacionados ao plástico no oceano.

Compramos dos pescadores as redes que seriam descartadas, muitas vezes de forma incorreta, e transformamos na SEABAG.

Em contrapartida, o lucro da venda das bolsas apoia o programa de educação ambiental com os pescadores, coleta e reutilização de redes fantasmas coletadas no oceano por parceiros e voluntários além da compra direta, substituição de materiais plásticos por biodegradáveis, coleta de dados e pesquisa, pela proteção da vida marinha.